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 Conto> Noites Paulistanas: capitulo 1

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miny
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Mensagens : 9
Data de inscrição : 08/01/2008

MensagemAssunto: Conto> Noites Paulistanas: capitulo 1   Seg Fev 18, 2008 1:22 am

Sexta-feira, 12 de agosto de 2007, 23:32.
Centro de São Paulo

Silvia sobe apressada no ônibus, é tarde da noite já, ela
trabalha com compra de matéria prima para uma empresa de maquinas de lavar, o
maldito do seu chefe inventou de fazer uma reunião no fim do expediente e por
isso ela esta atrasada sua mãe deve estar preocupada. Por sorte o motorista é
seu amigo Alaor, um senhor sergipano que corta as ruas paulistanas a mais de 20
anos dirigindo seu ônibus.
--boa noite Alaor! Diz a moça em quanto passa o cartão na
roleta do ônibus ganhando acesso à parte de trás do veiculo. Alaor apenas
responde com um sorriso para a jovem e arranca com o ônibus, pois o tempo ruge.
Alaor velho guerreiro de estrada, vindo do Sergipe, começou
a ganhar a vida como dono de uma Combe velha que usava para fazer transporte
clandestino por São Paulo, mas hoje trabalha como motorista de ônibus urbano,
sua rota foi mudada ano passado, ele não gostou nada disso. Afinal ter que atravessar
varias pequenas ruas é complicado ainda mais no transito de São Paulo, preferia
a antiga linha onde pegava a Avenida Paulista e ia rápido para o terminal.
O jovem Ian tremulo, dirige perigosamente pela paulista,o
motor do comodóro ronca auto mostrando toda a potencia do motor v8, isso seria
o maximo se não fosse a Mercedes que persegue o carro azul de Ian, seu
companheiro de caça Alan é um maníaco, que se juntou a sua célula pouco tempo
depois da morte e Helena, ex-namorada e companheira de caçada, Bill o outro
amigo estava com um alguns problemas pois não fora muito bem sucedido na ultima
missão e por sorte o desgraçado não esta passando essa barra.
--CARALHO! ATIRA NESSES MERDAS ALAN! Esbraveja Ian para Alan. O jovem Alan no meio
de uma gargalhada em quanto sente toda a fúria da adrenalina sendo inoculada nas
suas veias, baixa o vidro do comodóro sacando seu revolver, tratasse de uma .45
magnum uma arma de grosso calibre. Alan ainda rindo começa a atirar na
Mercedes, mas aquela desgraça é blindada.
--FUDEU! IAN PIZA FUNDO NESSA JOÇA ELES TÃO BLINDADO! Grita
Alan para o parceiro ainda com a cabeça para fora do carro e olhando para a
Mercedes. Nesse momento seus olhos se esbugalham, os malditos perseguidores com
seus olhares ardentes em brasa estão apontando armas para o comodóro!
--SE ABAIXA RAPA! Grita Alan se jogando no banco do carro.
Ian vendo a ação do amigo não pensa muito a faz o mesmo, logo começa a escutar
os tiros penetrando a carroceria resistente do seu carro, os vidros são
estourados, Ian esta se cagando todo. Nesse lapso de segundo, sob fogo serrado
do inimigo ele vê um mendigo saindo de um beco. É por ali que vou, ele pensa
rápido. Dando uma guinada violenta rumo a direção da saída do beco, fazendo os
pneus cantarem, a manobra sai perfeita, mas seus perseguidores ainda o acompanham.
Alaor estava quase chegando na parte onde poderia retomar a paulista quando
escuta o ronco auto de motores ferozes a toda, com toda certeza seriam
corredores, os malditos que fizeram do seu trabalho algo mais difícil.
De repente, um carro sai do beco todo amassado tomando a
frente do ônibus, seu reflexo é rápido ele torce todo o volante do ônibus o
fazendo derrapar, mas tem alguém seguindo o carro amassado, ele só tem tempo de
ver os faróis da Mercedes vindo de encontro a ele, é rápido de mais. A Mercedes
se choca com o ônibus explodindo e levando os amaldiçoados que perseguiam os
jovens caçadores, e o pobre Alaor para o alem.

Sexta-feira, 12 de agosto de 2007, 23:30.
Delegacia de policia

Antonio estava quase cochilando ele acabara de preparar o café,
o plantão seria longo na delegacia de policia, para complicar ele estava fazendo
turno no radio sozinho era sexta todos os outros estavam nas ruas, ele era
novato queria sair à caça, mas o tenente não deixava preferia manter os aspiras
no serviço interno.
Ele acaba de sentar em sua mesa quando os telefones do
departamento tacam, é alguém muito nervoso.
--Alo é da policia? Pergunta rapidamente.
--claro qual a ocorrência? Pergunta Antonio com animo, ele
poderia resolver sozinho e ganhar a promoção à guarda de ronda que queria
tanto.
--um acidente... Venha rápido... A pessoa da o endereço
rapidamente. Antonio anota tudo em um
papel e sai pegando sua arma e indo para sua viatura com olhar determinado, para
poder ir ao local que ficava a cinco quadras da delegacia.
Ian ainda tremendo não arrisca olhar para trás, Alan esta no
assoalho do carro segurando a cabeça com medo de tiros.
--Hei, Alan olha aí rapa... Fala Ian para o companheiro que começa
a levantar e arrisca uma olhada pra trás após a ousada manobra do parceiro.
Alan vê a Mercedes se chocando com o ônibus, o comodóro se afasta do local.
A expressão de Alan torna-se a de um maníaco em quanto começa
a gargalhar.
--HAHAA, ELES SE FERRARO! O jovem comemora, Ian arrisca uma
olhada para trás e vê a cena, mas tem que dirigir rápido precisa escapar antes
que os canas o peguem.
Antonio não demora a chegar no local da ocorrência, mas já
tem uma viatura no local, eram os homens do coronel Souza, chefe do regimento
visinho.
Como eles tão aqui tão rápido? Pensa Antonio com sigo mesmo,
os para médicos estão à procura de sobreviventes nas ferragens, ninguém
sobreviveria a algo daquele porte, a Mercedes esta irreconhecível, Antonio
rapidamente abandona a viatura e vai para perto dos soldados de Souza.
--Hei o que vocês estão fazendo aqui? Ele pergunta ao se aproximar,
da para notar que a uma certa rivalidade entre os regimentos da policia, pois
os policiais apenas o olham e voltam sua atenção para o relatório.
--sai daqui aspira... Essa ocorrência é nossa vai sair na tv!
O guarda que anota limita-se a dizer. Antonio irritado decide que não é seu dia
de sorte e resolve voltar para a viatura e ir para a base.
Ian aperta o botão que aciona o portão elétrico do galpão na
parte industrial da metrópole, seu comodóro esta em estado lastimável, ele
adentra o galpão com o carro e fecha o portão logo em seguida, o maníaco do seu
parceiro ainda esta rindo de si mesmo, mas até o próprio Ian estaria assim se tivesse
enfiado uma granada na boca de um
desgraçado e puxado o pino.
-- hahaha se viu Ian? Como o desgraçado ficou depois que
explodiu menos uma sanguessuga para nos infernizar! Ele fala alegre em quanto
desce do carro, Ian ainda tremulo limita-se a forçar um sorriso para o
companheiro.
Bill que estava com o dorso todo enfaixado era o mais antigo
nessa vida já tinha visto muita coisa e estava treinando os jovens para logo
partir para a próxima célula, em sua ultima missão tinha levado alguns tiros,
isso não estava nos contratos... Malditos corretores. Ele perdido nesses
pensamentos nota o portão do galpão serem abertos, seus pupilos avião saído
mais cedo para a caça, ele se espanta pelo estado do comodóro de Ian, será que teriam
se saído bem? Logo seu animo cresce ao ver os dois saírem do carro, Ian vinha
sóbrio com seu porte atlético e olhar ferino, o moleque tem potencial, e o
amalucado Alan vinha saltitante e animado, mas isso era normal dele.
-- EI! BILL LIGA A TV! Grita Alan feliz da vida para Bill
que esta onde seriam os escritórios antigamente na empraza, Bill rapidamente liga
a TV na emissora GLOBONEWS a emissora que trabalha com noticias de ultima hora.
A apresentadora lê um texto com olhar sóbrio e sua voz é bonita, mas as
palavras não.
--São Paulo em chamas, hoje ocorreu um incêndio no prédio de
um dos maiores colaboradores da cidade, o Almirante Medeiros. Na tv passa a
imagem do prédio em chamas ainda e logo volta à imagem da apresentadora.
--Um acidente de transito envolvendo um ônibus urbano e um
veiculo deixa mais de 15 feridos e vários mortos!!! A tela da televisão agora
mostra a cena de um carro em chamas afundado na frente de um ônibus, a
policiais e para-médicos, Bill abre um largo sorriso.
--PARABENS! Ele urra feliz sentindo dores que o colocam mais
uma vez na poltrona onde avia buscado repouso enquanto via as manchetes.
--agora quem será a próxima vitima?



Gostaram da trama, devo dizer que esse é o começo de uma
saga mítica que ocorre pelos subúrbios sujos e decadentes de uma São Paulo
infestada de coisas estranhas, quer saber o que aconteceu com o jovem aspira da
policia ou com a compradora de matéria prima para maquinas de lavar? Ou saber
quem será a próxima vitima dos caçadores noturnos? Aguardem a continuação...
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Barbosa
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Mensagens : 165
Data de inscrição : 06/01/2008

MensagemAssunto: Re: Conto> Noites Paulistanas: capitulo 1   Ter Fev 19, 2008 5:23 pm

gostei da iniciativa miny

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Twisted Evil Em noites de lua cheia é possivel me ouvir uivar! Cuidado Posso estar mais próximo que imagina! Twisted Evil
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Conto> Noites Paulistanas: capitulo 1
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